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sábado, 26 de novembro de 2011

Arte em conjunto

Aos pares, os alunos do 2º 6 desenharam em silêncio e sem combinação prévia. Alternadamente, cada aluno continua o desenho do outro colega. A dinâmica continua até o desenho acabar. Os tempos foram marcados com uma ampulheta.

Inês Maria e Maria Inês

 
Margarida e Luís
 
Rodrigo e Natália


A nossa opinião

_ A prendi a confiar no colega do lado!
_ Gostei muito de partilhar o desenho com o colega!
_ Gostei de fazer este trabalho em silêncio.
_ Foi divertido fazer este trabalho.
_ Foi mais fácil do que eu pensava.
_ Mesmo sem falar conseguimos desenhar.
_ Conseguimos fazer um trabalho bonito.
_ Foi uma maneira diferente de desenhar e pintar um desenho!
_ Os nossos desenhos ficaram muito bonitos e engraçados!

2º Ano 6

Provérbios


Provérbios relacionados com a alimentação
Recolha dos alunos da turma 5 do 2º ano


Ao que tem fome dá o teu pão, mas ao triste dá-lhe o teu coração.
A cada boca uma sopa.
Uma maçã por dia dá uma vida sadia.
Dióspiro madurinho é comer num segundinho.
O doce nunca amargou.
Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és. 
Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
O bom fruto vem da boa semente.
Uvas, pão e queijo sabem a beijo.
Laranja antes do Natal livra de catarral.
Vale mais a laranja em Janeiro que a maçã de madureiro.
Dinheiro compra pão, não compra gratidão.
Boa árvore, bom fruto.
Laranja de manhã é ouro, à tarde prata e à noite mata.
Quando não há pão, até migalhas vão.
Os dióspiros dão-me suspiros.
A boa fruta nós queremos trincar, uvas, maçãs, é Outono a chegar.
Limão sumo bom.
No dia de São Martinho come as castanhas e prova o teu vinho.
Pera na pereira não amadureça, logo haverá quem a mereça!
 Deus dá as nozes a quem não tem dentes.
 A maçã poder estraga a companheira.
Romã a arreganhar é só comer sem parar.

domingo, 13 de novembro de 2011

A brincar também se aprende!

Jogo do Semáforo...

Quinta da Veiga         2º 6

Como festejamos o Dia de S. Martinho...

Na EB1 da Quinta da Veiga...

Na EB1 do Bairro da Alegria...





Lenda de S. Martinho

A Lenda de S. Martinho
 
O Martinho era um soldado romano muito valente.
Num dia de tempestade Martinho regressava a casa.
Pelo caminho viu um pobre mal agasalhado cheio de fome e frio.
O pobre estendeu a mão e pediu-lhe esmola.
O Martinho parou o cavalo, tirou a capa e com a espada cortou-a a meio.
Ele cobriu o pobre com a metade da capa e outra metade foi para ele.
Deus ao ver a sua bondade parou a tempestade e o céu ficou limpo com um sol quentinho.
Todos os anos pela altura do dia 11 de Novembro aparece um sol quente a que chamam verão de S. Martinho.
EB1 Bairro da Alegria
Daniela Lobo e Loureiro
Turma-3  2ºano

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O Nabo Gigante

A história "O nabo gigante" de António Mota vai ser explorada e trabalhada por todas as turmas do 2º ano do Agrupamento de Escolas. Aqui deixamos alguns trabalhos...


EB1 das Enguardas


EB1Quinta da Veiga
2º 6

 
 Exploração da história

Ouve com atenção a descrição da horta do velhinho da história “O nabo gigante” e desenha com todos os pormenores.


   “Na horta havia uma laranjeira que dava laranjas muito doces, um limoeiro que dava limões muito grandes, uma cerejeira que dava cerejas brancas, três videiras que davam cachos de uvas muito saborosas, uma capoeira que tinha galinhas, galos, perus, codornizes e patos.”



Trabalhos realizados pelo 2º5 Quinta da Veiga
EB1 Bairro da Alegria


Reconta a história "O nabo gigante".

Numa aldeia havia uma casa à beira de uma montanha. Nessa casa vivia um velhinho e uma velhota. Eles tinham uma horta com um limoeiro com limões muito grandes, uma laranjeira com laranjas doces e uma cerejeira que dava cerejas brancas.
Um dia o velhote tirou do bolso das calças um pacotinho amarelo com sementes de nabo e correu para a horta para plantar os nabos.
E de dia para dia ele ia ver os nabos, até que um dia o nabo ficou gigante e a velhota disse ao velho:
- Temos de arrancar esse nabo!
E o velho puxou, puxou e puxou mas o nabo não se mexeu.
Ele decidiu chamar a velhota, e os dois puxaram, puxaram mas o nabo não se mexeu.
A velhota foi chamar uma menina. E os três puxaram, puxaram mas o nabo não se mexeu.
A menina foi chamar o irmão que andava a brincar.  E os quatro puxaram, puxaram mas o nabo não se mexeu.
O menino foi chamar o seu cão.  E os cinco puxaram, puxaram mas o nabo não se mexeu.
O cão foi chamar o gato. E os seis puxaram, puxaram mas o nabo não se mexeu. 
O gato miou e veio um rato.  E os sete puxaram, puxaram e o nabo saiu e caíram todos uns em cima dos outros.
A velhota cortou o nabo aos bocados e fez uma bela sopa que repartiu com todos. 
Mariana 2º 4

 
                                                                  O nabo gigante

Era uma vez uma mulher alta, alta e gorda e velha e um velho magro e baixo ..
Eles viviam numa casa numa aldeia á beira de uma montanha.     
A casa tinha uma horta e tinha também animais. Eles tinham: patos, galos, galinhas e codornizes. Tinham também uma laranjeira que dava laranjas muito doces, um limoeiro que dava limões muito grandes e uma cerejeira que dava cerejas brancas.
Um certo dia o velho ia plantar sementes de nabo.
Passado alguns dias o nabo cresceu demais até estava a ocupar o lugar das alfaces. O velho ficou admirado. O velho tentou tirar o nabo gigante mas ele não se mexia.
Então foi chamar a esposa. Tentaram puxar o nabo os dois, mas o nabo não se mexia.
A mulher chamou uma menina e a menina chamou o irmão. Eles puxaram mas o nabo não se mexia.
O menino chamou o seu cão. Eles lá puxaram mas o nabo não se mexia.
Depois o cão chamou o gato e puxaram mas o nabo não se mexia.
O gato chamou um rato e puxaram com muita força e o nabo saiu.
Caíram todos uns por cima dos outros.
Como a mulher era boa cozinheira o gato, o rato, o cão, a menina, os irmãos, o velho e a velha jantaram todos juntos um delicioso cozinhado feito com o nabo gigante.


                                                                          David Macedo 2º 3

Dia Mundial das Bibliotecas

Histórias de Bruxas


Os alunos do 2º 4 já começam a escrever textos engraçados. Divirtam-se com eles...
 

A bruxa Malvadeza


Era uma vez uma bruxa que se chamava Malvadeza. O que ela mais gostava era de andar no ar a voar. Ela queria fazer uma poção mágica para enfeitiçar o sábio e andava à procura de água e de açúcar. Apareceu uma menina chamada Inês. Quando a Inês viu a bruxa escondeu-se debaixo de uma árvore.
A bruxa Malvadeza viu um pé debaixo da árvore, foi ver o que era e encontrou a Inês. A Malvadeza raptou a Inês e levou-a na sua vassoura pelo céu mas o seu chapéu caiu ao chão. Um índio vinha montado na sua égua e encontrou o chapéu da Malvadeza. A Malvadeza pediu-lhe o chapéu mas ele disse que só o dava se libertasse a menina. A bruxa assim fez pois gostava muito do seu chapéu. A Inês agradeceu ao índio. 
João Marcos 2º 4
 
Outra versão...


A bruxa Malvadeza
 Era uma vez uma bruxa chamada Malvadeza que estava sempre a encontrar palavras com acentos. Ela era muito engraçada e usava sempre um grande chapéu.
Um dia encontrou uma égua que tinha acento no é. A Malvadeza pegou na égua e levou-a para casa. Para não ter acento queria transformá-la num cavalo e então fez uma poção mágica com açúcar, água e folhas de árvore. Faltava-lhe o pé de coelho e então ela saiu de casa. 
A bruxa olhou o céu e já era noite. Pelo caminho encontrou uma menina chamada Inês que ia a fugir de um índio. A Malvadeza ajudou a Inês pois lembrou-se do conselho do sábio que devia ajudar os outros.
A Inês agradeceu e foi para casa e a bruxa foi terminar a sua poção.
E ela disse:
- Perlimpimpim, esta história chegou ao fim!
Mariana Taveira 2º 4
Descreve a gravura do teu manual.


O céu está limpo.
A fada tem um ar sorridente e o cabelo ruivo e comprido. Ela tem um chapéu roxo com uma fita branca, o vestido é cor-de-rosa, as asas azuis e tem na sua mão uma varinha com uma forma de estrela.
A bruxa vai a voar numa vassoura. Ela tem um ar malandro e sorridente, tem um nariz comprido, cabelo castanho e curto, tem na cabeça um chapéu preto com uma fita roxa e um vestido preto.
Ao longe vê-se um castelo velho no cimo de uma montanha. Vê-se um caminho com árvores a toda a volta.

Marta Macedo 2º 4



A Bruxa Mimi
A bruxa Mimi vivia num castelo assombrado numa floresta escura e assustadora.

Ela era uma bruxa muito gulosa. Todos os dias andava de casa em casa a pedir doces.
Um dia foi a casa da Rosita pedir doces mas a Rosita não tinha doces para lhe dar.
A Mimi ficou furiosa, raptou a Rosita e prendeu-a no seu castelo.
A Rosita pediu ajuda e estava muito triste porque ninguém a salvava. Entretanto, apareceu um cavaleiro poderoso e salvou a Rosita.
A bruxa Mimi, muito irritada, fez uma magia e transformou-os em sapos.
E assim termina a história por nós inventada!
Turma do 2º4

Quando o Francisco percebeu que era a bruxa Lucília que estava à janela, foi abri-la.

Continua a história…

A bruxa Lucília convidou o Francisco para ir com ela dar um passeio de vassoura.
O Francisco aceitou e lá foram.
Passaram por uma floresta escura e assustadora. O Francisco até tremeu.
Depois foram para a cidade e andaram de casa em casa a pedir doces ou travessuras.
Numa das casas um senhor não lhes deu doces e então, a bruxa Lucília, fez uma magia e a casa abanou.
- Que grande travessura Lucília! Disse o Francisco. – Vamos embora para casa!
Regressaram a casa e adormeceram.
Turma do 2º4

 As nossas bruxinhas...
Turma do 2º 4

Na EB1 da Quinta da Veiga também se comemorou o Dia das Bruxas...

Quinta da Veiga  2º6